Foto: Diamantino Inácio Segundo informação divulgada pelo INE – Instituto Nacional de Estatística, em julho de 2026, registaram-se 26,5 mil aterragens de aeronaves em voos comerciais nos aeroportos nacionais, tendo movimentado 7,7 milhões de passageiros (embarques, desembarques e trânsitos diretos) e 23,8 mil toneladas de carga e correio. Correspondendo a variações homólogas de +2,0% (passageiros) e +4,4% (carga e correio).
Nesse mês, desembarcaram, em média, 128,5 mil passageiros por dia, o que corresponde a um acréscimo de 2,0% face a julho de 2025.
Em julho de 2026, 82,7% dos passageiros desembarcados nos aeroportos nacionais corresponderam a tráfego internacional, totalizando 3,3 milhões de passageiros (+2,6%). A Europa manteve-se como a principal origem destes passageiros, representando 69,0% do total (+2,6%). O continente americano permaneceu como a segunda principal origem, concentrando 9,2% do total de passageiros desembarcados (+1,8%).
Entre janeiro e julho de 2026, o número de passageiros movimentados aumentou 2,4% e o movimento de carga e correio 1,0% (+4,9% e +2,6% no mesmo período de 2025, pela mesma ordem).
O aeroporto de Lisboa concentrou 48,4% do total, correspondendo a 20,8 milhões de passageiros e a um crescimento homólogo de 1,0%. O aeroporto do Porto movimentou 10,3 milhões de passageiros (23,8% do total), registando um crescimento de 7,1%. O 𝗮𝗲𝗿𝗼𝗽𝗼𝗿𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝗙𝗮𝗿𝗼 movimentou 6,2 milhões de passageiros (14,3% do total), o que representou um crescimento homólogo de 3,8%.
Considerando os passageiros desembarcados e embarcados em voos internacionais entre janeiro e julho de 2026, o Reino Unido manteve-se o principal país de origem e de destino dos voos com passageiros (+4,7% do que em 2025). França (2.º), Espanha (3.º), Alemanha (4.º) e Itália (5.º) mantiveram posições entre os principais países de origem e de destino.
Entre janeiro e julho de 2026, o movimento de carga e correio nos aeroportos nacionais aumentou 1,0% (+2,6% em 2025). O aeroporto de Lisboa movimentou 115,5 mil toneladas de carga e correio (77,1% do total), correspondendo a um decréscimo homólogo de 0,1%. Em sentido contrário, os restantes aeroportos, em conjunto, registaram um aumento de 4,8% no movimento de carga e correio.




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