Segundo o INE – Instituto Nacional de Estatística, o valor mediano de avaliação bancária na habitação foi de 2 240 euros por metro quadrado em julho, mais 12 euros que o observado em junho. Em termos homólogos, a taxa de variação fixou-se em 15,2% (16,6% no mês anterior). O número de avaliações bancárias considerado foi cerca de 34,1 mil, o que representa uma subida de 1,4% face ao mês anterior e de 0,6% face ao período homólogo.
Em julho, o valor mediano de avaliação bancária de APARTAMENTOS foi de 2 627 euros/m2, superior em 16,5% ao valor registado no mesmo mês de 2025. Os valores mais elevados foram observados na Grande Lisboa (3 469 euros/m2 ) e no Algarve (3 010 euros/m2).
O valor mediano dos apartamentos T1 subiu 41 euros, para 3 343 euros/m2 , tendo os T2 e T3 aumentado 17 e 2 euros, para 2 711 euros/m2 e 2 255 euros/m2, respetivamente. No seu conjunto, estas tipologias representaram 92,9% das avaliações de apartamentos realizadas no período em análise.
O valor mediano da avaliação bancária das MORADIAS foi de 1 606 euros/m2 em julho, o que representa um acréscimo de 13,6% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Os valores mais elevados observaram-se na Grande Lisboa (2 922 euros/m2) e no Algarve (2 846 euros/m2).
O valor mediano das moradias T2 subiu 11 euros, para 1 612 euros/m2, o das T3 subiu 14 euros (1 565 euros/m2) e o das T4 desceu 30 euros, para 1 655 euros/m2. No seu conjunto, estas tipologias representaram 88,0% das avaliações de moradias realizadas no período em análise.
De acordo com o Índice do valor mediano de avaliação bancária, em julho de 2026, a Grande Lisboa (51,7%), o Algarve (32,6%) e a Península de Setúbal (24,2%), apresentaram os valores de avaliação mais elevados face à mediana do país.
A Beira Baixa (-52,9%), Alto Alentejo (-52,5%) e Alto Tâmega e Barroso (-50,0%) foram as regiões que apresentaram valores mais baixos em relação à mediana do país.




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