Festival de Cinema Judaico de Atlanta vai até 15 de março


Festival de Cinema Judaico de Atlanta vai até 15 de março

O Festival de Cinema Judaico de Atlanta (AJFF) retorna em
grande estilo com uma programação robusta e diversa, reafirmando seu papel como
uma das principais vitrines do cinema com temática judaica nos Estados Unidos.

  

Nesta edição, o evento reúne 49 filmes, distribuídos de forma
equilibrada entre produções de ficção e documentários, além de quatro sessões
especiais de curtas-metragens exibidas em quatro salas da região metropolitana
de Atlanta.

  

Ao longo de duas semanas, o público poderá conferir não
apenas exibições presenciais, mas também palestras com convidados e conteúdos
virtuais. A partir de 6 de março, parte da programação — incluindo 20 filmes e
os blocos de curtas — ficará disponível online por pouco mais de uma semana,
ampliando o alcance do festival.

  

A abertura oficial foi no Sandy Springs Performing Arts
Center, na noite de quarta-feira (18), com a exibição do longa franco-canadense
Once Upon My Mother.

  

O drama retrata a história de uma matriarca judia de origem
marroquina determinada a garantir um futuro digno para seu filho com
deficiência. Aclamado pela crítica, o filme combina emoção, humor e
sensibilidade, prometendo envolver o público do início ao fim.

  

Segundo Kenny Blank, diretor artístico e executivo do AJFF,
esta edição representa “um momento monumental”, marcando tanto o início de mais
um ano de atividades educacionais quanto a entrada do festival em seu segundo
quarto de século.

 

Em um evento exclusivo para patrocinadores e colaboradores,
Blank destacou o trabalho essencial de mais de 200 voluntários que, ao longo de
oito meses, analisaram centenas de produções internacionais até chegar à
seleção final.

   

O festival mantém sua tradição de diversidade temática e
geográfica. Quase um terço dos filmes exibidos é de origem israelense, ao lado
de produções de cerca de 20 países. Entre os destaques da ficção estão títulos
premiados como O Mar, Nandauri e Malaquias, além de
produções europeias marcantes como The Soundman, Rosenthal e Nuremberg
45
.

  

Os documentários também ocupam espaço de destaque, com 24
obras que exploram histórias reais, figuras históricas e temas contemporâneos
complexos. Muitos deles abordam os eventos de 7 de outubro em Israel, revelando
diferentes perspectivas sobre o trauma, as consequências e os diálogos difíceis
que se seguiram.

  

Para Blank, esses filmes inauguram um novo e relevante
capítulo do cinema documental, com narrativas poderosas que devem ecoar por
muitos anos.

  













































Thiago Guerreiro – Conectv Atlanta




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