ALOJAMENTO TURÍSTICO Dormidas, os números das regiões em julho 25


ALOJAMENTO TURÍSTICO Dormidas, os números das regiões em julho 25

Segundo o INE – Instituto Nacional de Estatística, em julho, as dormidas aumentaram em todas as regiões, tendo os maiores crescimentos ocorrido no Alentejo (+9,8%) e na RA Madeira (+7,2%). Nas regiões da Grande Lisboa e do Algarve os crescimentos foram mais modestos (+1,9% em ambos os casos).
O Algarve concentrou 30,8% do total de dormidas, seguindo-se a Grande Lisboa (20,4%).
As dormidas de residentes cresceram em todas as regiões, com exceção da RA Açores (-3,9%). O aumento mais expressivo na RA Madeira (+48,5%), destacando-se ainda as regiões do Oeste e Vale do Tejo (+11,2%) e do Alentejo (+10,7%), respetivamente.
Em termos de dormidas de não residentes, a exceção foi o Oeste e Vale do Tejo, onde se observou um decréscimo de 1,4%. Os crescimentos mais expressivos foram registados no Centro (+8,2%), na Península de Setúbal (+7,8%) e no Alentejo (+7,8%).
Em julho, a estada média nos estabelecimentos de alojamento turístico (2,79 noites) decresceu 0,8% (+0,6% em junho). Os valores mais elevados deste indicador continuaram a observar-se na RA Madeira (4,70 noites) e no Algarve (4,25 noites). Nestas duas regiões e na RA Açores (3,23), as estadas médias ficaram acima da média nacional. As estadias mais curtas ocorreram no Centro (1,99 noites), no Oeste e Vale do Tejo (2,04) e no Norte (2,06).
Em julho, a estada média dos residentes (2,34 noites) aumentou 1,0%, enquanto a dos não residentes (3,07 noites) recuou 1,4%. A RA Madeira registou a estada média de não residentes mais prolongada (4,97 noites), enquanto os residentes tiveram estadias maiores no Algarve (3,99 noites).
A RA Madeira (+2,8 p.p.) e o Alentejo (+0,9 p.p.) foram as únicas regiões com acréscimos na taxa líquida de ocupação-cama em julho, tendo o maior decréscimo ocorrido na região Centro (-3,0 p.p.). A RA Madeira e o Algarve continuaram a registar as taxas de ocupação-cama mais elevadas (75,6% e 65,9%, respetivamente). Os valores mais baixos foram observados no Centro (36,2%) e no Oeste e Vale do Tejo (42,4%).
O Algarve foi a região que mais contribuiu para a globalidade dos proveitos (34,2% dos proveitos totais e 34,3% dos proveitos de aposento), seguida da Grande Lisboa (22,9% e 23,2%, respetivamente) e do Norte (14,1% e 14,2%, pela mesma ordem).
O valor de RevPAR - rendimento médio por quarto disponível mais elevado foi registado no Algarve (139,4 euros), seguindo-se a RA Madeira (124,9 euros), tendo os maiores crescimentos ocorrido nesta última (+17,6%) e no Centro (+9,0%).
Os valores mais elevados de ADR - rendimento médio por quarto ocupado, registaram-se no Algarve (194,4 euros), na Grande Lisboa (158,8 euros) e na RA Açores (158,0 euros), tendo a RA Madeira apresentado também neste indicador o maior crescimento (+15,3%).
O município de Lisboa concentrou 16,1% do total de dormidas de julho, atingindo 1,5 milhões (+2,5%, após +0,5% em junho). As dormidas de residentes aumentaram 8,4% e as de não residentes cresceram e 1,6%.
Albufeira foi o segundo município com maior número de dormidas (1,1 milhões dormidas, peso de 11,7%) e registou um crescimento de 0,2%, após uma quebra de 1,8% em junho. As dormidas de residentes registaram um decréscimo de 10,2% e as de não residentes aumentaram 3,5%.
Entre os 10 principais municípios, assinala-se ainda a evolução do Funchal (6,6% do total), +3,6%, em resultado do crescimento expressivo das dormidas dos residentes (+66,6%; -4,5% nos não residentes), bem como a trajetória de crescimento do município de Lagos (2,6% do total), +8,0% (+10,8% nos residentes e +7,7% nos não residentes).




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