TRANSEXUAL INVADE MISSA, MATA 2 ESTUDANTES E DEIXA 17 FERIDOS

A cidade de Minneapolis viveu momentos de horror na manhã de
quarta-feira, quando um ataque a tiros dentro da Escola Católica Annunciation
terminou com duas crianças mortas e 17 pessoas feridas.
O episódio reacendeu o debate sobre segurança em instituições
religiosas e trouxe à tona o perfil perturbador do atirador.
O responsável foi identificado como Robin Westman, 23 anos,
que já havia estudado na escola e se identificava como transexual. De acordo
com as autoridades, Westman invadiu a igreja durante uma missa de volta às
aulas, lotada de crianças, e abriu fogo armado com um rifle, uma espingarda e
uma pistola — todas adquiridas legalmente.
Entre os feridos estão 14 crianças, de 6 a 15 anos, e três
idosos de aproximadamente 80 anos. Embora alguns estejam em estado grave, os
médicos acreditam que todos sobreviverão. O atirador morreu no local após troca
de tiros com policiais.
Horas antes da tragédia, Westman publicou vídeos no YouTube
com mensagens de ódio. No material, havia um manifesto escrito à mão, com
frases como “matem Donald Trump” e “pelas crianças”, além de mensagens
consideradas antissemitas e de intolerância religiosa.
O chefe de polícia de Minneapolis, Brian O’Hara, confirmou a
autenticidade dos vídeos e disse que as autoridades investigam possíveis
motivações ligadas ao extremismo ideológico.
O governador de Minnesota, Tim Walz, lamentou o massacre:
“Meu maior desejo é que nenhuma comunidade precise enfrentar uma tragédia como
esta novamente.”
A repercussão foi imediata em todo o país. O ex-presidente
Donald Trump ordenou que as bandeiras em prédios do governo fossem hasteadas a
meio mastro até domingo, em homenagem às vítimas.
Já o Papa Leão XIV enviou condolências, classificando o
ataque como “uma terrível tragédia” e pedindo orações pelas famílias que
perderam seus filhos.
Para a comunidade católica de Minneapolis, o episódio trouxe
não apenas dor, mas também a urgência de refletir sobre o crescimento de
discursos radicais de ódio, que agora se somam a debates sobre identidade de
gênero, intolerância religiosa e antissemitismo.
Thiago Guerreiro – Conectv Atlanta
COMENTÁRIOS