Segundo o INE – Instituto Nacional de Estatística, em agosto de 2026, as exportações (+6,8%) e as importações (+2,8%) de bens registaram aumentos nas variações homólogas nominais (+7,8% - exportações e +0,7% - importações, em julho de 2026).
Quando excluídas as transações sem transferência de propriedade (TTE), isto é, transações com vista a ou na sequência de trabalhos por encomenda, os crescimentos foram mais expressivos em ambos os fluxos: +11,6% nas exportações e +7,7% nas importações (+8,2% e +5,7%, respetivamente, em julho de 2026).
Com as exportações a crescerem mais do que as importações, o défice da balança comercial de bens registou um desagravamento de 115 milhões de euros face a agosto de 2025, situando-se em 2 991 milhões de euros. No entanto, quando excluídas as TTE, o défice comercial registou um agravamento de 47 milhões de euros, totalizando 3 024 milhões de euros.
Em agosto de 2026, o índice de valor unitário (preços) das exportações manteve a trajetória de crescimento iniciada em março, mantendo uma trajetória de crescimento pelo sexto mês consecutivo, registando uma variação homóloga positiva de 6,8% (+5,6% em julho de 2026 e -1,8% em agosto de 2025).
Nas importações, o índice registou uma variação homóloga idêntica à do mês anterior (+5,1%), correspondendo à quinta variação positiva consecutiva (-3,0% em agosto de 2025).




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