𝗛𝗢́𝗦𝗣𝗘𝗗𝗘𝗦 𝗘 𝗗𝗢𝗥𝗠𝗜𝗗𝗔𝗦 𝗢𝘀 𝗻𝘂́𝗺𝗲𝗿𝗼𝘀 𝗱𝗲 𝗷𝘂𝗻𝗵𝗼 𝟮𝟬𝟮𝟲

DIVULGAÇÃO
𝗛𝗢́𝗦𝗣𝗘𝗗𝗘𝗦 𝗘 𝗗𝗢𝗥𝗠𝗜𝗗𝗔𝗦 𝗢𝘀 𝗻𝘂́𝗺𝗲𝗿𝗼𝘀 𝗱𝗲 𝗷𝘂𝗻𝗵𝗼 𝟮𝟬𝟮𝟲

Segundo o INE – Instituto Nacional de Estatística, em junho de 2026, o setor do alojamento turístico registou 3,1 milhões de hóspedes (+1,0%) e 8,1 milhões de dormidas (+0,7%). Os proveitos totais ascenderam a 786,6 milhões de euros (+4,7%) e os proveitos de aposento a 609,3 milhões de euros (+4,5%).
O crescimento das dormidas foi sustentado exclusivamente pelo mercado interno, ainda que em abrandamento. As dormidas dos residentes aumentaram 3,8% (+6,7% em maio), atingindo 2,5 milhões. As dormidas de não residentes diminuíram 0,6% (após +1,1% em maio), o primeiro decréscimo desde o registado em setembro de 2025, totalizando 5,7 milhões.
Em junho, os maiores aumentos do número de dormidas registaram-se no Norte (+4,8%), na Grande Lisboa (+2,3%) e no Alentejo (+2,1%). Por sua vez, no Oeste e Vale do Tejo (-6,6%) e na RA Madeira (-3,3%) observaram-se os maiores decréscimos. O Algarve (29,1%), a Grande Lisboa (22,2%) e o Norte (17,9%) concentraram, em conjunto, 69,2% do total de dormidas.
Em junho, os dez principais mercados emissores concentraram 76,9% do total de dormidas de não residentes. O mercado britânico manteve-se como principal mercado emissor, com uma quota de 20,8%, e cresceu 1,9% (-1,0% em maio), interrompendo a trajetória de decréscimo dos 2 meses anteriores. Os Estados Unidos foram o segundo principal mercado emissor em junho (11,5% do total), aumentando 2,8% (+6,1% em maio). Seguiu-se o mercado alemão, na 3.ª posição (10,9% do total), apesar do decréscimo de 4,9% (+8,7% em maio), o primeiro recuo deste mercado desde junho do ano anterior.
Entre os dez principais mercados emissores, o canadiano destacou-se com o maior crescimento (+4,0%), enquanto o mercado francês continuou a registar o maior decréscimo (-7,9%).
No mesmo mês, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) fixou-se em 90,5 euros (+1,0%) e o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 140,8 euros (+2,7%). O Algarve concentrou a maior parcela dos proveitos (29,4% dos proveitos totais e 28,5% dos proveitos de aposento). Seguiram-se a Grande Lisboa (27,1% e 28,5%, pela mesma ordem) e o Norte (15,6% e 16,0%, respetivamente).
Em junho, a estada média nos estabelecimentos de alojamento turístico situou-se em 2,58 noites, refletindo um decréscimo de 0,3% (-1,2% em maio). Os valores mais elevados mantiveram-se na RA Madeira (4,37 noites) e no Algarve (3,90 noites). Estas regiões, a par da RA Açores (3,06 noites), continuaram a apresentar estadas médias acima da média nacional.
A estada média dos residentes aumentou para 2,05 noites (+0,2%), enquanto a dos não residentes se manteve em 2,91 noites.




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