Comercial exibido no Super Bowl coloca a adoção no centro do debate sobre gravidez inesperada


Comercial exibido no Super Bowl coloca a adoção no centro do debate sobre gravidez inesperada

Em meio ao espetáculo do Super Bowl, tradicionalmente marcado
por propagandas milionárias de carros, bebidas e tecnologia, um anúncio com
abordagem sensível e pouco comum chamou a atenção do público.

 

O comercial, intitulado “A Garota no Meio”, levou para
a maior vitrine publicitária da televisão americana uma mensagem direta: a
adoção também é uma alternativa diante de uma gravidez não planejada.

  

Produzido pela organização sem fins lucrativos Adoption Is
an Option
, o vídeo retrata uma mulher grávida posicionada simbolicamente
entre dois grupos opostos. De um lado, manifestantes que defendem o aborto; do
outro, pessoas que a incentivam a criar o filho. A narrativa, no entanto,
propõe uma terceira possibilidade, frequentemente ignorada no debate público.

  

Enquanto a trilha sonora cresce em intensidade, o narrador
questiona a ideia de que existam apenas duas escolhas possíveis. A mensagem
central reforça que a adoção, embora complexa e emocionalmente desafiadora,
merece ser conhecida e considerada.

  

Ao final, o público é direcionado ao site Adoption.is, que
oferece informações sobre o processo adotivo, combate equívocos comuns e
conecta gestantes a redes de apoio e agências especializadas.

 

A repercussão foi imediata nas redes sociais. Ativistas e
usuários elogiaram a iniciativa, destacando a coragem de levar o tema a um
evento com audiência global. Comentários publicados no Instagram da organização
incluíram relatos de adultos adotados e de mães biológicas, que descreveram a
adoção como um ato de amor, sacrifício e esperança, e não como abandono.

  

A escritora Trisha White Priebe, que também é adotada,
afirmou que o comercial pode ter oferecido conforto a mulheres que enfrentam
decisões difíceis. Em publicação anterior ao jogo, ela expressou o desejo de
que o anúncio ajudasse alguém a se sentir menos sozinha e mais amparada.

  

Para Ryan Bomberger, que foi concebido em um estupro e
posteriormente adotado, o comercial celebra a dimensão altruísta da adoção. Ele
destacou que a escolha ainda é rara nos Estados Unidos, sendo feita por menos
de 2% das mulheres em gestações não planejadas.

 





































Thiago Guerreiro – Conectv Atlanta




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