Morre Oscar Schmidt, lenda do basquete mundial, aos 68 anos
ANTONIO SCORZA / AFP O basquete brasileiro e mundial está de luto. Morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos, o ex-jogador Oscar Schmidt, considerado um dos maiores atletas da história da modalidade.
De acordo com informações divulgadas pela imprensa esportiva, o ex-atleta passou mal e chegou a receber atendimento médico em São Paulo, mas não resistiu. Até o momento, a causa da morte não foi oficialmente confirmada.
Conhecido como “Mão Santa”, Oscar construiu uma carreira histórica ao longo de mais de duas décadas nas quadras. Ele é reconhecido como um dos maiores pontuadores do basquete mundial, com quase 50 mil pontos marcados ao longo da carreira, além de ser o maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos.
Pela seleção brasileira, o ídolo disputou cinco edições consecutivas das Olimpíadas e protagonizou momentos marcantes, como a campanha no Pan-Americano de 1987, quando o Brasil derrotou os Estados Unidos e conquistou o título em um dos feitos mais históricos do esporte nacional.
Além do talento dentro de quadra, Oscar também ficou conhecido por sua forte ligação com a seleção brasileira, tendo inclusive recusado propostas para atuar na NBA para seguir defendendo o país em competições internacionais.
Nos últimos anos, o ex-jogador enfrentava problemas de saúde. Desde 2011, lutava contra um câncer no cérebro, passando por cirurgias e tratamentos ao longo do período.
A morte de Oscar Schmidt gerou grande comoção nas redes sociais, com fãs, atletas e personalidades lamentando a perda de um dos maiores nomes da história do esporte brasileiro.
O legado deixado pelo “Mão Santa” atravessa gerações e consolida seu nome como um dos maiores ídolos do basquete mundial.




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